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 A Rigamarole nº 30, publicação da Diamond Offshore Drilling Inc. mostra um retrato do que é o modelo estratégico de negócio da OGX, braço do grupo do empresário Eike Batista que atua no ramo de petróleo e gás. Assim chamado por Reinaldo Belotti, Diretor de desenvolvimento de produção da empresa, o “gerenciamento integrado de projetos” traz para dentro da sede da OGX representantes de diversas companhias ligadas às suas atividades. Com isso, um terço aproximadadmente das pessoas presentes em sua sede, no Rio de Janeiro, não são empregados da OGX, mas de outras empresas, fazendo ponte com as atividades contratadas pela OGX, em tempo integral. No caso da Diamond Offshore (ou com sua denominação aqui no Brasil, Brasdril), sua base fica em Macaé-RJ; no entanto, em qualquer problema que venha a surgir não é preciso que a OGX ligue para a empreiteira, ou esperar que um representante vá até a companhia. Outro ponto importante destacado por Patric Janes, elo da Diamond Offshore com a OGX, é a precisão na comunicação: “Tudo é direto com eles. São muito honestos, muito abertos, sem segredos. Vão  dizer a você exatamente como se sentem e o que precisam, e nós fazemos tudo que podemos para entregar. Os executivos trabalham todos juntos em uma sala, e as decisões são rápidas e definitivas. Não há nunca confusão quando você está trabalhando com a OGX. Nós sabemos com quem falar, eles sabem com quem falar. As coisas são feitas rápida e corretamente.”

Segundo a publicação, Reinaldo Belotti acredita que este modelo contribuiu para o rápido desenvolvimento da companhia, otimizando operação e segurança, e afirma que são a única companhia do Brasil a possuir monitoramento em tempo real e suporte em seu escritório, provendo um quadro amplo de informações.

Este monitoramento se torna evidente ao se abrir a porta do sofisticado centro de controle, onde, de acordo com a revista, monitores de cima a baixo da sala mostram em tempo real as atividades de perfuração de cada embarcação – até o momento, a companhia que não produz ainda nenhum petróleo, tem contratadas cinco embarcações da Brasdril e duas de outra companhia na perfuração de poços exploratórios. A expectativa de início da produção é para meados de 2011, atingindo 20 mil barris até o fim deste ano, com projeção de 700 mil até 2015.

Se a sua autocrítica às vezes for muito gentil consigo mesma, vai precisar de um companheiro mais frio e calculista ao avaliar se seu currículo está pronto para ter uma boa chance ao sair da gaveta. Que tal submetê-lo à inteligência artificial resultante da experiência de analistas, medir o potencial das palavras usadas, avaliar o formato e ainda ganhar conselhos?

Seria real?

A empresa RezScore promete detectar falhas e dar nota ao seu currículo, bastando fazer um upload. A opção é gratuita, ainda só disponível em ingês, mas vale fazer um teste, não é?

Link para o RezScore: http://rezscore.com/

Em ambiente novo, hostil, difícil escolher a melhor maneira de se portar para ser aceito. Numa entrevista de emprego, por exemplo: Pacercer modesto, disposto a aprender e cooperar ou agressivo, potente e pose de melhor opção? Dúvida respondida porHype Science:

Pesquisadores exploraram as consequências para homens e mulheres quando eles agiram modestamente em entrevistas de emprego. Os dois sexos foram julgados igualmente competentes, porém os entrevistadores gostavam menos de homens modestos, um sinal de retrocesso social.

A modéstia era vista como um sinal de fraqueza, um traço de caráter de baixo status para homens. Isso poderia afetar adversamente a sua empregabilidade e potencial de ganhos. A modéstia nas mulheres, no entanto, não era vista negativamente nem era ligada a status.
Segundo os investigadores, as mulheres não devem ser dominantes. Histórica e culturalmente, os homens têm sido estereotipados como mais agentes, ou seja, mais independentes e auto-centrados do que as mulheres.

No estudo, candidatos homens e mulheres fizeram uma entrevista de emprego para uma posição neutra quanto ao gênero, porém que exigia fortes habilidades técnicas e sociais. Todos os candidatos eram atores pagos que ensaiaram para simular respostas modestas.

Os investigadores procuraram determinar qual estereótipo de gênero promoveu uma reação por parte do entrevistador. Segundo eles, as mulheres podem ser fracas, mas esta característica é altamente proibida em homens. Já o domínio é reservado para homens e proibido para as mulheres. Assim, os estereótipos de gênero são compostos por conjuntos de regras e expectativas de comportamento de ambos que consistem no que cada sexo deve ou não fazer.

A previsão dos pesquisadores que candidatos do sexo masculino modestos teriam de enfrentar discriminação na hora da contratação não foi comprovada. No entanto, eles especulam que, porque o status dos homens é maior do que o das mulheres, aos homens mansos é concedido o benefício da dúvida e eles são menos propensos a enfrentar a discriminação na hora da contratação do que mulheres dominadoras.

Já dar pra ter certeza do porque que escolhi a engenharia.

É fascinação, amor…

Embora, ao procurar um novo trabalho, as pessoas pensem primeiramente no cargo que irão ocupar, nas compensações financeiras, localização e responsabilidades, não são de fato o que importam no sucesso do mesmo.

Em vez disso, o bom progresso e a satisfação no trabalho pode estar vinculados a três fatores: seu chefe, a cultura corporativa e mudanças no trabalho (ou ainda, que ele tenha sido mal apresentado, maqueado, durante sua apresentação).

Portanto, poderia ser uma boa idéia investigar algum destes pontos antes de aceitar uma nova proposta. E que tal começar pelo chefe? É importante ter em mente, na hora da entrevista ou negociações (apesar da estranheza),que esta pessoa é crucial para o sucesso ou fracasso. A estranheza é que quase nunca nos sentimos confortáveis para agir no caminho contrário – entrevistar o chefe – como se o relacionamento se desse em apenas uma direção (na famosa expressão: “Manda quem pode”, o resto é desnecessário dizer…).  No entanto é necessário cultivar, sempre que se fizer possível, alguma empatia, um relacionamento de mão dupla. Mesmo que você possa não estar trabalhando para a mesma pessoa por muito tempo, mesmo três meses de trabalho para alguém com quem não se dá bem pode parecer como uma eternidade!

No lugar desta “timidez”, algumas perguntas podem ser feitas focando revelar o estilo e personalidade do seu “candidato a chefe”:

• Como você descreveria a relação ideal que você poderia ter com quem se reporta a você?
• O que esperam de mim durante os meus primeiros três /seis meses / primeiro ano deste trabalho?
• Como isto se alinha com as expectativas da organização? E sobre a sua estratégia?
• Quais trabalhos o mantém “acordado à noite”? Como eu poderia ajudá-lo com a solução para este desafio?
• Como você gosta de se comunicar e receber informações das pessoas que se reportam a você? Quantas vezes?
• Como você descreveria seu estilo de trabalho?
• O que devo esperar de você como meu gerente?
• Quem foi o melhor chefe que você já teve e por quê?
• Quais são os seus três principais valores?
• Como você acha que as pessoas vêem você dentro da organização?

Um processo de entrevistas pode ser uma boa oportunidade de perceber o chefe melhor, especialmente se eles o vêem como um candidato viável para o trabalho que estamos tentando preencher. Se o seu chefe é rude, insensível ou parece desinteressado em você durante a entrevista, esse comportamento só será ampliada durante a sua relação de trabalho.

Outras informações úteis (talvez mais fáceis e por vezes tortuosas) que você pode obter sobre o seu patrão potencial é das pessoas que atualmente trabalham para ele ou ela ou o fizeram no passado.

Fonte: WetFeet

Uma grande dificuldade em convencer o mundo da importância de se adotar medidas urgentes (e por vezes caras) na preservação ambiental é a dificuldade de se quantificar a importância desses recursos nas nossas vidas, ou o prejuízo da falta deles. Outro problema é a visão imediatista e despreocupada com os efeitos futuros, como se a esperar um milagre acontecer.

Um estudo conduzido pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Abiente (Pnuma) pode ajudar favoravelmente nestes argumentos pró-preservação. Segundo o relatório, que deve ser publicado na íntegra em outubro deste ano em Nagoya, Japão, estima-se que 10% do PIB brasileiro dependa do uso de recursos fornecidos diretamente pelo meio ambiente, como nutrientes do solo e da água. O relatório “A Economia dos Ecossistemas e da Biodiversidade” também menciona a vinculação ambiental de 16% para a Índia e 21% para a Indonésia na fatia do PIB.

A pesquisa, ao mostrar a associação (em números) entre riqueza e preservação, pode ajudar na conscientização pelo uso racional e sustentável dos recursos naturais, além de ser um forte incentivo à inovação ambiental; e colaborar para construir ua nova visão de encarar poluição e desperdício: como uma forma de desperdício econômico, nada mais sendo que  a utilização de forma incompleta, insuficiente e ineficaz dos recursos. A poluição ainda acarreta custos extras, que não agregam valor ao produto como manuseio, armazenamento e o descarte de resíduos.

Para Pavan Sukhdev, coordenador da pesquisa: “Apesar da boa vontade e da legislação, continuamos a destruir a biodiversidade, porque não olhamos para os benefícios da conservação em termos econômicos. Àquilo que está na natureza não é dado valor econômico.”

A pesquisa também indica uma forte expansão do segmento “verde e competitivo”, na oferta de produtos e de emprego.

Fonte: Info Plantão

HOTEL OFERECE REFEIÇÕES DE GRAÇA PARA QUEM ESTIVER DISPOSTO A GERAR ELETRICIDADE

O Crown Plaza Hotel, em Copenhague, Dinamarca , oferece uma chance para quem quer fazer uma boa refeição sem deixar de cuidar do planeta. O hotel disponibiliza bicicletas ligadas a um gerador de eletricidade para os hóspedes voluntários. Cada um deles deve produzir pelo menos 10 Watts/hora de eletricidade aproximadamente 15 minutos de pedalada para um adulto saudável. Após o exercício, o hóspede recebe um generoso vale-refeição: 26 euros, aproximadamente 60 reais. 

Eu particularmente não gostei muito da ideia (rs), e acho pouco sustentável… nem restaurante popular oferece refeições “de graça”. Mas é inovadora.

BAR CAPTA ENERGIA PRODUZIDA PELA DANÇA DE SEUS FREQUENTADORES

Todas as luzes e os sons de uma balada gastam uma quantia considerável de eletricidade. Pensando nisso, o dono do Bar Surya, em Londres, refez o chão da pista de dança de seu estabelecimento e o revestiu com placas que, ao serem pressionadas pelos frequentadores do lugar, produzem corrente elétrica. Essa energia é então usada para ajudar na carga elétrica necessária à casa. Andrew Charalambous, o visionário dono do bar, diz que a eletricidade produzida pela pista modificada representa 60% da necessidade energética do lugar.

Esta parece mais interessante que a primeira, exige menos ”esforço militante”, por assim dizer, e a galera realmente ia vibrar. Se ainda não funciona assim, seria bacana fazer com que a iluminação reagisse ao ritmo das pisadas. Aliás a ideia de utilizar a pressão no solo como fonte de energia já anda circulando pelas ruas, literalmente. A passagem dos carros sobre placas dispostas no chão serviriam para gerar energia que alimenta semáforos e iluminação das vias. Há projeto semelhante em desenvolvimento no Brasil

BORDEL OFERECE DESCONTO AOS CLIENTES QUE FOREM DE BICICLETA

Aí não, isso é coisa de falido.

Uma casa de diversão adulta encontrou uma maneira de atrair mais frequentadores, espantando a crise econômica, e ainda ajudar a frear as mudanças climáticas globais. Quem chega de bicicleta, ganha desconto. Segundo Thomas Goetz, dono do bordel Maison Denvie, a recessão atingiu em cheio os negócios. Consumidores que foram ao bordel pedalando, ou que provarem ter utilizado um meio de transporte público, recebem 5 euros de desconto sobre os tabelados 70 euros (mais de 150 reais) para 45 minutos…

EMPRESA CRIA IMPRESSORA QUE NÃO USA TINTA NEM PAPEL

 

Quem disse que uma impressora precisa de tinta ou papel para existir? Conheça a Impressora PrePean. Diferente das convencionais, ela utiliza uma peça térmica para fazer as impressões em folhas plásticas feitas especialmente para isso. Além de serem à prova dágua, elas podem ser facilmente apagadas. É só colocá-las novamente na impressora que, através de outra temperatura, a próxima impressão ficará no lugar da anterior. A mágica faz com que apenas uma dessas folhas possa ser utilizada mil vezes.

E plástico é reciclavel. Essa eu compro.

UNIVERSIDADE CONSTROI TELHADO VERDE

O Design Verde é uma tendência da arquitetura moderna, e não estamos falando apenas da cor, mas sim de locais como o prédio de cinco andares da Escola de Arte, Design e Comunicação da Universidade Tecnológica de Nanyang, em Cingapura. A construção conta com uma cobertura vegetal e sua forma orgânica se mistura com a natureza onde está inserida. Os telhados revestidos de grama servem como ponto de encontro informal, além de ajudar no equilíbrio térmico do edifício e na absorção da água da chuva. 

Visual bacana, não? Uma chance de ter um mini campo de golfe no seu telhado.

DESIGNER CRIA PIA QUE UTILIZA ÁGUA DESPERDIÇADA PARA REGAR PLANTA

Feita de concreto polido, a Pia batizada de Jardim Zen possui um canal que aproveita a água utilizada na lavagem das mãos para molhar uma planta. Criado pelo jovem designer Jean-Michel Montreal Gauvreau, a pia vem em bacia dupla ou modelo simples. Se você está preocupado eu ensaboar toda a sua plantinha, relaxe. Uma peça no início do canal drena o liquido e só deixa água sem sabão escorrer até a planta.

Vi hoje mesmo no Bem Legaus um conceito semelhante, que aproveita a água da pia para o mictório. Não é tão “verde”, mas economiza.

DESIGNER CRIA INTERRUPTOR QUE MUDA DE COR PARA ENSINAR CRIANÇAS A ECONOMIZAR ENERGIA

Tio é o nome do interruptor em forma de fantasma que avisa, através de sutis luzes, há quanto tempo a lâmpada está acesa. Até uma hora, a expressão do fantasminha é feliz e a luz do interruptor permanece verde. Se a luz é deixada ligada por mais de quatro horas, ele se assusta e fica amarelo. Já se o morador da casa se atreve a deixar a luz acesa por mais de oito horas, o até então amigável fantasma se zanga e fica vermelho. Com o auxílio visual e tátil, espera-se que as crianças comecem a tomar consciência do desperdício de energia logo cedo, e de uma maneira divertida.

EMPRESA CRIA GRAMPEADOR SEM GRAMPOS PARA EVITAR POLUIÇÃO

Grampos de grampeador são tão poluentes que uma empresa decidiu criar um novo modelo do produto, sem grampos! Em vez dos grampos a que todos estamos acostumados, ele recorta pequenas tiras de papel e as usa para costurar até cinco folhas de papel juntas. Se você se empolgou com a ideia, pode encomendar esses grampeadores personalizados para que sua empresa se vanglorie de contribuir para um mundo livre grampeadores com grampos.

 

Boa solução para poucos papéis… pena custar apenas 5 libras na terra da rainha.

Recebi o conteúdo por e-mail, mas a fonte original é o HypeScience.

O Japão é formado de quatro grandes ilhas: Hokaido, Honshu, Shikoku e Kiushu, e milhares de outras de tamanhos diversificados, ora inabitáveis, ora superlotadas, ora de terrenos tão acidentados que inviabilizam as mais diversas atividades.

Aeroportos por sua vez, precisam de grandes espaços, alteram significativamente o espaço ao redor, não vão bem com os arranha-céus que ocupam as grandes cidades que necessitam, vejam só, de grandes aeroportos.

Pois cidades japonesas encontraram um novo espaço, o qual há de sobra eu seu entorno, para acomodar as grandes aeronaves e tudo o mais que as acompanha: o mar. A solução não é inovadora, mas agora vem sendo utilizada com frequencia.

Ilhas artificiais formam o terreno para os novos aeroportos de Kitakyushu, Cyubu, Kainsai e Kobe. As construções se beneficiam de uma significante vantagem: são construídas na posição mais conveniente de acordo com os ventos dominantes. Além de não estarem margeadas por construções de tipo algum, apenas pelas águas. Ainda evitam o incremento da poluição do ar e sonora dentro dos centros urbanos, devido ao afastamento com que são cosntruídos, ligados à terra firme apenas por extensas pontes de alguns quilômetros (“firme” no sentido de “original”, já que por lá as coisas tremem de vez em quando).

Kobe

Hong Kong

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